sábado, 14 de agosto de 2010

Países que compõe a Europa

A Europa é composta por 46 países independentes (41 continentais e 5 insulares) e mais 10 territórios. Abaixo, lista de países europeus.

Albânia
Alemanha
Andorra
Áustria
Belarus
Bélgica
Bósnia e Herzegóvina
Bulgária
Croácia
Dinamarca
Eslováquia
Eslovênia
Espanha
Estônia
Federação Russa
Finlândia
França
Grécia
Holanda
Hungria
Itália
Letônia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Macedônia
Moldávia
Mônaco
Montenegro
Noruega
Polônia
Portugal
República Tcheca
Romênia
San Marino
Sérvia
Suécia
Suíça
Turquia
Ucrânia
Vaticano
Chipre
Irlanda
Islândia
Malta
Reino Unido
Alderney
Escócia
Gibraltar
Ilha do Homem
Ilha Guernsey
Ilha Jersey
Ilhas Faroe
Ilhas Svalbard
Irlanda do Norte
País de Gales – Walles

Mares que compõe a Europa

A Europa é limitada pelo Oceano Glacial Ártico e outros corpos de água no norte, pelo Oceano Atlântico a oeste, pelo Mar Mediterrâneo ao sul, e pelo Mar Negro e por vias navegáveis interligadas ao sudeste.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

África após Apartheid.

O termo apartheid significa "separação" ou "identidade separada". De acordo com esse regime, a minoria branca, os únicos com direito de voto, detinham todo poder político e econômico no país, enquanto à imensa maioria negra restava a obrigação de obedecer rigorosamente a legislação separatista.
A política de segregação racial foi oficializada em 1948, com a chegada do Novo Partido Nacional (NNP) ao poder. O apartheid não permitia o acesso dos negros às urnas, além de não poderem adquirir terras na maior parte do país, obrigando os negros a viverem em zonas residenciais segregadas, uma espécie de confinamento geográfico. Casamentos e relações sexuais entre pessoas de diferentes etnias também eram proibidos.
A oposição ao apartheid teve início de forma mais intensa na década de 1950, quando o Congresso Nacional Africano (CNA), organização negra criada em 1912, lançou uma desobediência civil. Em 1960, a polícia matou 67 negros que participavam de uma manifestação. O Massacre de Sharpeville, como ficou conhecido, provocou protestos em diversas partes do mundo. Como consequência, a CNA foi declarada ilegal, seu líder, Nelson Mandela, foi preso em 1962 e condenado à prisão perpétua.
Com o fim do império português na África (1975) e a queda do governo de minoria branca na Rodésia, atual Zimbábue (1980), o domínio branco na África do Sul entrou em crise. Esses fatos intensificaram as manifestações populares contra o apartheid. A Organização das Nações Unidas (ONU) tentou dar fim à política praticada no país. O presidente Piter Botha promoveu reformas, mas manteve os principais aspectos do regime racista.
Com a posse de Frederick de Klerk na presidência, em 1989, ocorreram várias mudanças. Em 1990, Mandela foi libertado, e o CNA recuperou a legalidade. Klerk revogou as leis raciais e iniciou o diálogo com o CNA. Sua política foi legitimada por um plebiscito só para brancos, 1992, no qual 69% dos eleitores (brancos) votaram pelo fim do apartheid.

O que é o Vale do Silício e sua Localização?


O Vale do Silício teve início nos anos 90, mas o impulso para o seu desenvolvimento se deu com a Segunda Guerra Mundial e principalmente durante a Guerra Fria, devido à corrida armamentista e aeroespacial. Foram as indústrias eletrônicas do Vale do Silício que forneceram transistores para mísseis e circuitos integrados para os computadores que guiaram as naves Apollo. Muitas empresas que hoje estão entre as maiores do mundo foram gestadas na região: Apple, Altera, Google, NVIDIA Corporation, Electronic Arts, Symantec, Advanced Micro Devices (AMD), eBay, Maxtor, Yahoo!, Hewlett-Packard (HP), Intel, Microsoft (hoje está em Redmond, próximo a Seattle), entre muitas outras.

Está localizado na Califórnia, nos EUA, é uma região na qual está situado um conjunto de empresas. O Vale do Silício abrange várias cidades do estado da Califórnia, ao sul de São Francisco, como Palo Alto e Santa Clara, estendendo-se até os subúrbios de San José.

O que são Tecnopolos?

Tecnopolo é um centro tecnológico que reúne, num mesmo lugar, diversas atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D), em áreas de alta tecnologia, como institutos e centros de pesquisa, empresas e universidades, que facilitam os contatos pessoais e institucionais entre esses meios, produzindo uma economia de aglomeração ou de concentração espacial do desenvolvimento tecnológico. O efeito de sinergia facilita o desenvolvimento de inovações técnicas, novos processos e novas idéias. Os tecnopolos geralmente concentram grande quantidade de mão-de-obra altamente qualificada, como pesquisadores e professores universitários, geralmente com pós-graduação de alto nível (doutorado, pós-doutorado ou PHD) e muitos especializados.

Os tecnopolos têm como objetivo facilitar a criação e melhoramento de produtos e técnicas. Estes produtos e técnicas serão, por sua vez, absorvidos pela indústria de alta tecnologia que se instala nos mesmos lugares ou cidades.
Ligados à chamada 3ª revolução industrial, os tecnopolos representam hoje, o que as grandes regiões industriais representavam na 1ª revolução industrial.

Os primeiros tecnopolos foram criados nos Estados Unidos, quando a Intel, juntamente com a Universidade de Stanford, na Califórnia e a UCLA, criaram um pólo de desenvolvimento tecnológico na área de computação e informática que ficou conhecido como Vale do Silício, ou Silicon Valley.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

"O Brasil e o poder da rede de internet"

O Brasil é o 11º maior mercado mundial para conexões de banda larga à Internet, com pouco mais de 6 milhões de usuários, segundo um levantamento divulgado pela consultoria britânica Point Topic.
Segundo o relatório, o número total de usuários de banda larga no mundo era de 298 milhões ao final do primeiro trimestre do ano. A empresa estima que esse número já tenha ultrapassado os 300 milhões desde então.
No Brasil, o mercado de conexões de banda larga cresceu 5,9% entre dezembro e março, atingindo 6 milhões de usuários no final do primeiro trimestre (o equivalente a 3% da população).
O país continua como o maior mercado da América Latina e do Hemisfério Sul, mas teve um crescimento inferior ao de outros países da região.
Na América Latina, por exemplo, o México, com 3,4 milhões de usuários (3% da população), teve um aumento de 14%, enquanto a Argentina, com 1,7 milhão (4% da população), cresceu 12%.
No Hemisfério Sul, a Austrália é o segundo maior mercado para banda larga, com 4 milhões de usuários, o equivalente a 19,8% da população. O crescimento no país, porém, foi inferior ao do Brasil 4,4% entre dezembro e março.
Os maiores crescimentos entre o fim do ano passado e o primeiro trimestre deste ano foram verificados na Indonésia (28%), na Grécia (27%), em Montenegro (26%) e na Croácia (25%).

"A internet se tornou um grande balcão de vendas"

A China superou os Estados Unidos como o maior mercado mundial de Internet em número de usuários. Os números são da chinesa BDA e foi baseada em dados do China Internet Network Information Center, que indicam que os internautas chineses somavam 210 milhões no fim de 2007.
A companhia de pesquisa de mercado Nielsen//NetRatings define em 216 milhões o número de internautas nos EUA no mesmo período, afirmou a BDA.
“Com base nas fontes e presumindo que esses mercados continuaram a crescer em 2008 nas mesmas taxas observadas em 2007, podemos concluir que a China agora já passou com folga os Estados Unidos como a maior população de internautas do mundo”, afirmou o analista Bin Liu em comunicado.
A BDA acrescentou que espera que o comércio online com publicidade seja o próximo segmenta a ter um Boom no mercado Chinês, com os negócios online aproveitando-se do mercado de massa formado pelos consumidores que já estão online. A compra e a venda de produtos através da internet superaram os 5, 534 bilhões de euros na China em 2007, apesar de esse tipo de transação não ser um costume no país, no entanto, o rápido ritmo de crescimento do número de internautas na China sugere, segundo o relatório, que as compras na internet atingirão 960 milhões de euros até 2012, quando esse tipo de transação deve representar entre 5% e 8% do total do país.
As possibilidades de crescimento da internet na China continuam sendo enormes, já que 84% da população chinesa ainda não têm acesso a computadores.